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Ponte de Lima: CDS defende criação de “mega” centros de vacinação Covid-19, testagem e rastreio

Rádio Alto Minho

16 Fevereiro 2021, 10:49

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O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos defendeu a criação de "mega" centros de vacinação, como na Alemanha, para "massificar" a inoculação da população e atingir a imunidade de grupo que permitirá ao país "reconquistar alguma liberdade".

“Nós estamos a centralizar a atividade de vacinação e rastreio nos centros de saúde. Isso é um erro porque os centros de saúde já não têm mãos a medir, sobretudo para os doentes não covid, que estão a ser deixados para trás. O CDS defende que a vacinação, tal como a atividade de rastreio e testagem, deve ser alargada a centros muito amplos, à semelhança daquilo que fez a Alemanha e que sejam entregues às nossas Forças Armadas”, referiu.

O líder do CDS, que falava aos jornalistas no final de uma visita aos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima, afirmou que a “Alemanha criou grandes centros de vacinação, coordenados pelas Forças Armadas, que têm critérios muitos específicos para a prioridade na administração da vacina.

“Isso o permite que haja uma massificação da vacinação, que não ocorram falhas por assimetrias de informação entre os vários eixos onde neste momento está a ser feita a vacinação, que são os centros de saúde. O CDS tem sido muito crítico em relação a isso. Que se aumente a capacidade nesses mesmos centros quer de rastreio, quer de testagem”, insistiu.

Francisco Rodrigues dos Santos propões o envolvimento das Forças Armadas por considerar que o trabalho de “rastreio de contactos não é necessário ser feito profissionais de saúde”.

“Isso é um trabalho de secretaria, administrativo, de contacto de pessoas e identificação de infetados. Também para o tratamento e vacinação as nossas Forças Armadas têm meios. Contribuiríamos para um aumento da escala das vacinas que são administradas por dia. Esse é um dos principais problemas do nosso país é não termos mega centros de vacinação, testagem e rastreio”, reforçou.

Para o líder do CDS, “o sucesso”, na luta contra a pandemia de covid-19 “depende da imunidade de grupo”.

“Só a partir daí é que poderemos ver reconquistada alguma liberdade, para que o país volte à normalidade e não continuemos a penalizar a nossa economia e cujos apoios não estão a chegar , continua a haver muita burocracia, as linhas de crédito estão esgotadas e temos gente com imensas dificuldades em manter postos de trabalho e outras que vão que, infelizmente, abrir insolvência”, explicou.

O presidente do CDS adiantou que o “rastreio é fundamental para se saber o número de pessoas que estiveram em contacto com infetados”.

“Hoje em dia, 86% das pessoas não sabe onde contraiu o vírus e demoramos seis dias a fazer uma identificação das cadeias de contágio. O problema é que o Governo acumula erros atrás de erros , promessas atrás de promessas e, no terreno, não se vê a materialização dessas mesmas políticas. Há um ano que estamos a falar num aumento dos rastreados de saúde pública que nunca veio a acontecer”, disse.

Preconizou ainda o envolvimento “dos hospitais particulares e sociais e das farmácias neste esforço coletivo”.

“Isto é um problema, uma vez mais de planeamento e organização e de antecipação de acontecimentos que o Governo infelizmente não está a conseguir lidar bem e que já se provou que tem resultados bastante negativos para todo o país”, observou.

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